A Thyssenkrupp Springs & Stabilizers, empresa especializada em suspensão automotiva (feixes de molas, molas helicoidais e barras estabilizadoras), tem no Brasil parte importante na sua agenda ESG, com o objetivo de conquistar eficiência operacional, descarbonização e impacto social.
A Thyssenkrupp tem duas fábricas no Brasil, em São Paulo e em Ibirité, Minas Gerais, atendendo o segmento de veículos comerciais, agrícolas e extrapesados, mas também as montadoras de automóveis.
Com atuação em oito localidades em vários países, a empresa tem capacidade para atender montadoras e sistemistas em diferentes mercados. E definiu o Brasil como local estratégico em suas operações, usando a metodologia Lean, com retorno de R$ 1 milhão, com a elevação da produtividade de linhas em até 50% e redução em até 20% o tempo de manutenção de equipamentos.
A metodologia Lean é um modelo de gestão focado em eliminar desperdícios e aumentar a eficiência, entregando mais valor com menos recursos.
A operação brasileira passou a figurar entre as mais eficientes do grupo, conquistando o 2º e o 3º lugares em excelência operacional no ranking global nos últimos anos.
A estratégia está alinhada à meta de neutralidade de carbono até 2045. As operações contam com certificações ISO 14001 e 50001, utilizam energia renovável e adotam práticas de aterro zero. Em parceria com fornecedores, a companhia passou a incorporar aço produzido com matéria-prima 100% reciclada e energia renovável. A cadeia de suprimentos também evolui, com insumos capazes de reduzir em até 65% as emissões de CO₂.
“A agenda ESG está diretamente conectada à competitividade do nosso negócio. Quando reduzimos desperdícios, inovamos em materiais e engajamos as pessoas, avançamos simultaneamente em eficiência, sustentabilidade e geração de valor”, diz Alessandro Alves, CEO da divisão brasileira.
“Nosso objetivo – concluiu o executivo – é ir além da operação industrial e contribuir de forma concreta com a sociedade. Isso envolve fortalecer as comunidades onde atuamos e desenvolver uma cultura interna cada vez mais engajada e responsável”.








